Novo por aqui?

Aqui você encontra tudo para seus caminhos e filosofias mágicas ou de aprendizado! Junte-se a nós e vamos crescer juntos!

Mostrando postagens com marcador Interior. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Interior. Mostrar todas as postagens

Tempo, sua influência em nós

Olá caros conhecidos, amigos e irmãos, venho aqui como uma rara ocasião de meus devaneios e filosofias; aqueles que este texto lêem, eu agradeço; aqueles que refletirem o que leram, concretizam meu real motivo desta escrita!
O que -ou quem- você muitas vezes se esquece que está sempre ao seu lado? Quem é esta força que é sempre tão constante e lembrada somente em momentos específicos de nossas vidas, de certa forma caóticas com estes cotidianos que nos acorrentam somente em afazeres e quase nunca em situações de fortalecimento espiritual, cuidados com a saúde e demais?
O Tempo, uma força física, espiritual e uma energia de pura construção e fidelidade para conosco; ele pode nos parecer muito inconstante e até mesmo correr mais do que conseguimos acompanhar, mas tudo possui seu motivo.
Ele nos molda como um artesão ao barro, nossa vida é o período de criação e criatividade, enquanto nosso pós-mortem é nossa conclusão, nossa beleza plena e elevação mental/espiritual; não nos adianta apressar o Tempo, pois ele quem nos concede o prazo de ensinamentos. Imaginem-se em um trabalho, por exemplo, onde você deseja uma promoção para melhoria de vida e até mesmo maior respeito naquele local; mas nada parece te guiar para esta promoção sendo que você se esfoça demais e faz o que antes parecia ser impossível, o Tempo te segura como um Pai segura o filho para não dizer posteriormente "Eu avisei que não seria bom". Existem vários motivos, seja pelo local não ser bom o bastante para você ou o simples fato de ainda não estar preparado para o que virá a vivenciar.
Hoje, ele pode te envelhecer -não fisicamente- e te deixar carrancudo, rabugento e extremamente austero com as situações que ocorrerão para te demonstrar que tais ações não o elevam plenamente, mas que sem estes pensamentos você pode não ter nenhuma autoridade ou responsabilidade; amanhã ele pode te tornar um jovem viril, alegre e muito flexível as ocasiões para te demonstrar que tais atos são fonte de energia e podem lhe ampliar horizontes e uma rota de fuga para os problemas enfrentados no agora; e quem sabe na próxima semana ele não te molde como uma criança, a qual mesmo fraca físicamente, possui um interior puro e imensa fé em si mesmo, além do fato de necessitar em diversar ocasiões de ajuda dos demais para te mostrar que até mesmo o mais forte pode necessitar de uma mão amiga.
Por isso não se esqueça que hoje suas ações são contadas para amanhã serem pagas de mesma forma e que, apesar de o Tempo parecer não te ajudar, a demora de hoje pode se tornar a realização do amanhã!
Desejo a todos um bom dia e que pensem sobre isso com muito cuidado.
Escrito por Felipe M.

Venda de alma?


Olá todos, como vocês estão?
Estava concluindo alguns estudos e acabei, quase que por acaso, encontrando uma pergunta realizada a uma bruxa; foi então que pensei, esta pergunta é interessante para ser repassada, pois retirando o fator idiotice da pessoa, a resposta é profunda e nos ajuda a concluir muito, especialmente concluir que nem tudo é como certas pessoas imaginam. Abaixo seguem a pergunta e a resposta, peço que leiam e reflitam.

"Minha amiga pediu para eu fazer um 'trato' com uma entidade chamada Lúcifer que ele me forneceria poderes místicos e em troca de mim, aí, um tempinho depois deste ritual, inimigos meus que me perturbavam, alguns estão doentes e outro morreu atropelado, garotos que jogam futebol na rua tentam me acertar de propósito com a bola e não conseguem, coisas começ...am a tremer na mesa. Isto lhe é familiar?

Resposta da bruxa= Claro. É a história mais velha do mundo e é impressionante como sempre tem um idiota caindo... Claro que você vai conseguir sucesso a curto prazo com entidades trevosas e interesseiras. O problema é pagar a conta depois... A tal entidade inclusive mentiu sobre o nome, pois o anjo caído Lúcifer não está mais à serviço das Trevas (na verdade, acho que nunca esteve. Ele era um guardião)."

Resumindo a história, o rapaz fez um pacto com o, então chamado, "Lúcifer" e seus inimigos foram debilidatos e sua vida parecia perfeita; mas no entanto, algumas situações se iniciaram na própria casa do rapaz e ele se sente assustado (daí o motivo de perguntar afim de ter ajuda). A bruxa então respondeu que ele fez um pacto com uma entidade de carácter negro, sem luz, e que seu problema seria pagar a dívida.
Mas agora lhes pergunto, qual as consequências de se "vender a alma"?
Para início de conversa, a alma é nossa mas não nos pertence; como já dito por célebres estudiosos, "a alma nos fora presenteada, mas pertence ao Ser Superior" (seja ele Deus, Oxalá ou quem você tenha fé); portanto, você não será uma propriedade eterna desta entidade, mas não está livre do mesmo.
Ao fazer o pacto, você "assina" um contrato que te deixa subordinado a tal espírito; assim, após o seu desencarne, sua dívida é paga por escravidão e torturas, seja para serviços sombrios ou apenas para satisfazer o desejo sádico de tal entidade em ver a dor do próximo.
Portanto, fazer um pacto destes não o remetem a realizar pactos com Lúcifer, mas sim com entidades nefastas e de baixas vibrações; infelizmente, como temos livre-arbítrio, se desejamos realizar tal ação, nós escolhemos por vontade própria, e não há nada que espíritos superiores de luz possam nos ajudar; afinal, contrato é contrato.
 Escrito por Felipe M.

Livro das Sombras

Bom, como este mês me é especial, gostaria de falar sobre muitas coisas que são especiais para pessoas como magos, bruxas, etc.
Os praticantes de magia possuem grandes potenciais, porém, possuem também grandes objetos; os quais falarei aos poucos até serem listados grande maioria e falarei sobre as importâncias deles para os praticantes; mas, tudo ao seu tempo.
Quando você ouve falarem em objetos importantes de bruxos (e bruxas também), o que lhe vem em mente como principal? Uma varinha? Um caldeirão? Um livro?
Pois bem, se você pensa que é um livro,  está mais do que correto; entretanto, não é um livro qualquer, muito menos um livro o qual as pessoas encontram em qualquer local para serem vendidos, seu conteúdo é restrito e muitas vezes, impossível de ser lido por olhos curiosos e alheios.
Pois bem, vamos começar sa falar tal ser tão especial.

São conhecidos por quais nomes?
Livro das Sombras, Grimório, Livro, BOS, Book of Shadows e Grimoire.

Qual a finalidade de um BOS?
O Livro das Sombras, apesar de um nome "sombrio", não é o que aparenta para muitos; ao ovirem Livro das Sombras, muitos já pensam em maldades e coisas do "Diabo", afinal, se é "das Sombras", não pode ser bom.
Mas eis o ponto, este Livro não pertence às Sombras, ele se esconde nelas; este nome foi dado por ser de extrema necessidade de um bruxo escondê-lo de qualquer pessoa, sejam familiares, filhos, esposas, amigos e todos os demais; então, se ele se esconde na escuridão, qual a possibilidade de ser encontrado?
Todos os bruxos e praticantes sérios não demonstram seu livro como uma relíquia ou como um troféu, eles sequer o mostram, não tiram fotos (mesmo que fiquem guardadas) e nem saem falando para as pessoas como ele é ou onde está; tal forma de agir é pelo que o Livro contém, neles são escritos todos os segredos que os seus proprietários adquiriram durante a vida. As palavras que ali são escritas revelam encantamentos, misturas (poções) e até mesmo o conhecimento puro e refinado que fora adquirido pela pessoa, sendo assim, toda a vida e força dele está ali no livro, portanto, é necessário um cuidado maior do que com qualquer outro objeto.
Sobre o conteúdo ser (usando esteriótipos) Bom ou Mal, voltado pra Luz ou Trevas, depende do proprietário, quais os pensamentos, desejos e o que ele pretende realizar e praticar.

O Grimório tem vida?
Em muitos filmes e livros vemos bruxas (quase sempre malignas) com seus livros e estes, por sua vez, possuem vida. Citando aqui alguns filmes que demonstram de forma bem interessante este fato, temos "Abracadabra" e até mesmo o filme nacional "Castelo Rá-Tim-Bum"; ambos demontram os Livros como realmente são; no primeiro, temos um livro extremamente consciente e que tenta retornar a sua proprietária de forma persistente e até colocando os jovens em perigo; já no segundo filme, há uma demonstração de como o Livro adquire vida e por um rápido instante, a conversação entre escritor e Livro.
Estes livros possuem sim vida, mas existem graus variados; novamente depende do proprietário e como ele se dedica. Tais Livros, em certos momentos deixam de ser objetos comuns e podem até mesmo adquirir personalidades e transmitir pensamentos para seu dono em forma de ajudar em alguma dúvida ou situação.

Como o Livro atua?
O Livro tem alguns aspectos principais, tais como carregar os escritos de seu mestre e principalmente protegê-los; mas para que isso ocorra, são necessários que hajam escritas e ao primeiro momento em que você se dedicar a escrever, o livro terá seu primeiro toque de vida.
Após tempos e escritas, o livro irá amadurecer como guardião e companheiro, adquirindo personalidade de seu dono ou (em alguns casos) personalidade própria; e apesar de não ter capacidades de se defender sozinho em determinados aspectos, ele pode se tornar mais pesado para evitar que seja locomovido, causar problemas para aquele que tenta matar a curiosidade nele, evitar alguma forma de abertura de forma que pareça trancado e até mesmo algum ataque psicológico em quem tente lhe roubar.

Um pouco da história de sua origem:
Antigamente muita das tradições e conhecimentos eram transpassados de forma oral, portanto, haviam riscos de serem perdidos através dos anos por falha da memória e por distorção das pessoas ao contar para as próximas.
Em quesito de magia, o assunto é mais delicado e vital para seu praticante, esquecer-se de uma única palavra de um encantamento pode levar a ruína de sua vida; então, a escrita se tornou parceira dos praticantes. O primeiro livro de encantamentos que se tem conhecimento fora escrito na região da Mesopotâmia (atual Iraque) datado de 500-400 A.C. e contava com diversas tábuas feitas em madeira com escritas cuneiformes.
Com o passar do tempo, diversas outras civilizações chegaram a mesma conclusão de que a escrita era a salvação contra problemas de esquecimento posteriores, e no Egito, a prática também foi adotada e ia além de Livros, encantamentos também eram escritos em amuletos e até objetos de forma que se houvesse falta de papiro, pudesse perpetuar o conhecimento, afinal, estaria escrito.
Com o passar dos anos, a Grécia (de forma um tanto tardia) começou a empregar-se dos Livros e tal prática fora adotada pelos Macedônicos, que vieram a se mesclar com os egípcios, de forma que em 332 A.C. foi aberta a primeira biblioteca de Alexandria, que visava principalmente conter tais livros para conhecimento geral.
Contam-se Grimórios também na tradição Judia, de uma forma mais rara, porém existente; e até mesmo o Cristianismo apresentou um em sua história.

No período Medieval:
Nesta época, a prática da escrita nos livros passou a se disseminar por quase toda a Europa (ironicamente no mesmo período em que foram proibidas as práticas mágicas); apesar de a Igreja monopolizar a escrita e leitura, muitos dos então chamados bruxos encontravam caminho na sabedoria e inteligência; ou seja, eles passaram a escrever seus livros com códigos secretos que apenas ele entenderia e foram adotadas também a tradição de gravuras, de forma a servirem como mapas e não meras decorações.
Infelizmente, muitos destes livros foram perdidos durante a Inquisição e o conhecimento ou fora perdido, ou perpetuado por algum aprendiz secreto, lembrando que a própria Igreja tomou posse de alguns livros os quais julgaram interessantes para utilizações próprias.

Período Moderno:
Os Livros passaram a ser reescritos e a tradição renovada junto ao Renascença e o Iluminismo; as práticas de magia se tornaram mais amplas e um tanto mais comum, de forma que as pessoas perpetuaam esta tradição e a prática foi utilizada principalmente por praticantes de Hermetismo e Alquimia; aos quais, muitos dos conhecimentos escritos naqueles livros, nos é conhecido hoje.

Nos tempos atuais:
Os Livros continuam sendo usados, infelizmente, alguns não o protegem como realmente deveriam e acabam expondo até mesmo ele aberto em fotos na internet ou como um troféu aos amigos.
Entretanto, cada um sabe o que lhe é viável e escolhe o futuro que lhe acontecerá, mas sem dúvida eles nunca deixarão de ser grandes companheiros e ajudandes!
Escrito por Felipe M.

Respondendo ao visitante: Marcello

Olá respeitável público, como estão?
Hoje recebi um comentário do novo visitante Marcello; o qual escreveu as seguintes palavras:
"Olá Felipe, é a primeira vez que comento aqui no Baú e só tem umas duas semanas que visito aqui e estou adorando. Tenho algumas duvidas que gostaria de perguntar, mas acabei não perguntando quando as tive e algumas acabei esquecendo. Aqui vai uma em relação a essa resposta ao Henrique. Eu esses dias coloquei uma maçã com mel no jardim de casa. Pensei que como eles gostam de doce, e aqui no Baú você disse que o mel é o melhor tipo de doce para dar a eles, resolvi colocar mel na maçã. Será que eles vão come-lá ou por ser a 1a vez que coloco eles fiquem apreensivos? E lembrei de uma duvida, em relação aos elementais da água, existe a possibilidade de viverem em piscinas ou aquários ou eh muito sintético para eles? E já digo que bem provavelmente, te encherei de perguntas hahaha Muito obrigado e uma semana maravilhosa!"

Primeiramente, estou muito grato por estar aqui, podendo ajudar as pessoas e esclarecer as dúvidas ou a curiosidade; além do fato de sentir uma grande consideração daqueles (poucos) que comentam e fazem suas perguntas.
Quanto as perguntas, vamos resolvê-las!
Servir pela primeira vez uma mação regada ao mel aos duendes, eles a comerão?
-A resposta é difícil, pode-se responder "Sim" ou "Não". Isso ocorre, pois as oferendas, elas possuem todo um significado que não cabe a nós tentar identificar ou eu tentar explicar em uma única postagem; um dos fundamentos principais é "no que se voltam os pensamentos de quem oferece". O que você pensava no momento da oferenda? Prosperidade? Chamar algum deles para morar com você? Um simples agrado? Tudo isso influencia, e se você teve pensamentos puros e um equilíbrio (mente, corpo e espírito) positivo, será certo de que eles comerão; mas se estivesse com ódio, querendo atraí-los para algo contra a vontade deles e até mesmo desequilíbrio, eles se recusarão por diversos fatores (os quais posso explicar em postagens posteriores).

Elementais de água habitam nossas piscinas, aquários ou outros locais com água?
-A resposta é não; a não ser que você possua um lago em seu quintal. O que acontece, de todos os elementais existentes, os representantes da Água (assim como o Elemento) são os mais difíceis de se criar vínculos (elemental/humano); na Terra, temos duendes, no Fogo, dragões, Ar, algumas fadas, mas na Água, os elementais são mais reclusos. Outro detalhe muito pertinente para ser citado é que o habitat de tais seres é onde a água não possa apodrecer, ou seja, onde ela possa ficar sem ser trocada e não perca sua propriedade de vida, não tendo aquele odor terrível e a aparência tenebrosa.

Bom, espero ter ajudado e sanado as suas dúvidas, sem ainda mantê-las de alguma forma ou incompreensão. Agradeço novamente pela visita e sinta-se bem vindo para novas perguntas ou comentários!
Um enorme abraço e uma ótima semana!
Escrito por Felipe M.

Diferentes conceitos de divindades

Cá estou novamente após muito tempo ausente devido à serviços; após ler a publicação de Quarta-Feira sobre motivos para se ler sobre Religião, decidi complementar o assunto com algo de grande valia para todos nós.
A religião sempre esteve muito ligada ao aspecto intelectual do ser -neste caso, pessoas-. O crente tem idéias bem definidas sobre como a humanidade e o mundo vieram a existir, sobre a divindade e o sentido da vida. Esse é o repertório de idéias da religião, que se expressam por cerimônias religiosas -conhecidos como os ritos- e até mesmo pela arte, mas em primeiro lugar pela linguagem. Tais expressões linguísticas poder ser escrituras sagradas, credos, doutrinas ou mitos.
Ou seja, em um resumo simplificativo, podemos alegar que a religião é escolhida pelo indivíduo pela filosofia de vida e até mesmo sua intelectualidade -ressaltando que não se é mais intelecto que outro apenas pela religião que se pratica-; e além disso, temos um conjunto de cerimônioas -tradicionais-, arte -as músicas, pinturas feitas como representações- e a linguagem -oral ou escrita, como bíblia, torá, etc-.
É interessante definir os mitos de uma forma mais específica; não como uma história a qual se baseia um rito, mas uma história a qual acompanha um rito uniformemente; e o rito com frequência reitera um ato que o mito se baseia.
Assim, o mito religioso tem um significado mais profundo do que a lenda e os contos folcóricos. O mito procura explicar alguma coisa. É uma resposta metafórica para as questões fundamentais: de onde viemos e para onde vamos? Por que estamos vivos e por que morremos? Como foi que a humanidade e o mundo passou a existir? Quais são as forças que controlam o desenvolvimento do mundo?
Muitas vezes, os mitos elucidam algo que aconteceu no princípio dos tempos, quando ainda era jovem. Por exemplo, a maioria das religiões tem seus mitos de criação, que explicam como o mundo surgiu. O objetivo principal deles não é revelar fatos históricos. A essência do mito é oferecer às pessoas uma explicação geral da existência.
Os conceitos religiosos, que também encontram sua expressão em mitos, podem ser divididos, de modo geral, em três tipos: conceitos sobre um deus ou vários deuses, conceitos sobre o mundo e conceitos sobre o homem.
 
Os diversos conceitos de divindade:
É necessário ficar claro que o conceito, quando abordado em religião, se refere exclusivamente as crenças; além de do conceito própriamente dito.
A religião está muito definida como uma prática universal de se exercer a fé; os dogmas, as crenças e a forma de praticá-la é um apêndice da religião; se sou "pagão" e você cristão, ambos somos religiosos, temos religião, apenas nos diferenciamos na crença que ostentamos.
Tais crenças, eu listarei e abordarei rapidamente, abaixo:
 
Monoteísmo:
A crença que prevalece na maioria das grandes religiões ocidentais é o monoteísmo, isto é, a convicção de que existe um só deus. Há exemplos em muitas religiões de que o monoteísmo nasceu como reação à adoração de vários deuses. O islã tem suas raízes numa renovação ou reforma da antiga religião dos nômades árabes, a qual possuía numerosos deuses tribais.
 
Monolatria:
A monolatria é uma crença situada a meio caminho entre o politeísmo e monoteísmo. Implica a adoração de um único deus, sem negar a existência de outros. Um deus escolhido entre vários - por exemplo, na religião germânica se podia escolher entre Thor ou Odin, aquele em que se tivesse total confiança. Aqui a teoria fica em segundo lugar. O importante não é saber se determinado deus existe ou não, mas se ele é cultuado. Existem hoje exemplos de monolatria no hinduísmo.
 
Politeísmo:
Em religiões que possuem diversos deuses, é comum estes terem funções distintas, bem como esferas definidas de responsabilidade. A criação de animais e pesca, o comércio e os diferentes ofícios, o amor e a guerra, podem ter seus próprios deuses. O mundo dos deuses com frequência é organizado da mesma maneira que o dos homens, numa família ou num Estado.
Alguns pesquisadores acreditam que as divindades indo-européias (gregas, indianas, romanas e germânicas) se estruturaram em três classes baseadas na sociedade da época:
- o monarca (que muitas vezes também eram sacerdotes);
- a aristocracia (os guerreiros);
- os artesãos, agricultores e comerciantes.
Era comum as pessoas venerarem o deus que ocupava o mesmo lugar que elas na escala social.
Geralmente o deus supremo é o deus do céu. Isso não implica que ele habite o céu, mas que se revele no firmamento e nos fenômenos associados à abóbada celestre.
Em muitas religiões o deus do céu faz par com uma divindade feminia. A imagem do casal Céu e Mãe Terra é de fácil compreensão para uma sociedade agrária. A terra é fértil e dá o alimento ao homem, mas só depois de receber o sol e chuva do céu.
Além dos "deuses-reis", familiares para nós porque se encontram na mitologia clássica e na germânica, há uma grande quantidade de deuses menores e espíritos em volta de nós que são patronos de determinadas doenças ou de certas profissões.
 
Panteísmo:
O panteísmo é uma crença que difere tanto do monoteísmo como do politeísmo. Aqui a principal convicção é que Deus, ou a força divina, está presente no mundo e permeia tudo o que ele existe. O divino também pode ser experimentado como algo impessoal, como a alma do mundo, ou o sistema do mundo. O panteísmo costuma ser associado ao misticismo, no qual o objetivo do mortal é alcançar a união com o divino.
 
Animismo e crenças nos espíritos:
Em muitas culturas prevalece a crença de que a natureza é povoada de espíritos. Isso se chama animismo, da palavra latina animus, que significa "alma", "espírito". Em certa época os historiadores da religião pensavam que o animismo havia sido a base  de toda a religião e que mais tarde ele se transformou, via politeísmo, em monoteísmo. Mas essa é apenas uma teoria. O que é certo é que o animismo impera em várias sociedades.
Em nossa própria cultura a noção de espírito está presente em muitas criaturas relacionadas com forças naturais: espíritos das águas, duendes, sereias e até mesmo fantasmas.
Os espíritos dos mortos também continuam a desempenhar um importante papel na África, na América Latina, na China e no Japão.
Normalmente as características dos deuses são individualizantes e definidas com mais clareza que as dos espíritos. E as divindades em geral têm nome. Mas em inúmeros casos é difícil distinguir de imediato entre deuses, antepassados e espíritos. Todos são expressões da força sobrenatural que banha a existência. A idéia de uma força ou im poder que regula todos os relacionamentos na vida humana e na natureza predomina sobretudo nas religiões primais. Os historiadores da religião costumam usar o vocábulo mana para descrever essa força, que precisa ser controlada ou aplacada.
 
Aqui então me despeço; agradeço a atenção recebida nesta minha publicação e até o próximo encontro!
Publicado pelo "Animador"

Um pouco de estudos religiosos

Olá visitantes, como estão?
Você sabe o que é um conceito, uma crença? O motivo de sua existência e até mesmo o conceito de divindades? Sabe qual o motivo e necessidade de se ler sobre religiões?
Se a resposta foi "não" para as perguntas, é necessário fazer uma nova introspecção e discernir o real motivo e porque você acredita descencessário tal conhecimento.
Olhando rapidamente ao nosso redor, podemos perceber que a religião desempenha um papel bastante significativo na vida social e política de todas as partes do mundo. Hoje convivemos muito com as denominadas guerras "santas"; onde encontramos católicos e protestantes em conflito na Irlanda do Norte (graças aos céus de forma mais amena se comparado ao passado), muçulmanos e hinduístas na Índia, hinduístas e budistas no Sri Lanka, etc. Mas percebe-se que, neste mesmo período de guerras, representantes de diversas religiões promovem ajudas humanitárias aos pobres e até mesmo destituídos do Terceiro Mundo. Se não associarmos o fator religião para a compreensão da política internacional, será extremamente difícil conseguir uma resposta adequada e correta.
O conhecimento religioso sólido também é útil num mundo que se tornou extremamente multicultural e tende a se tornar ainda mais. Muitos de nós viajam para o exterior, de forma que entramos em contato com sociedades de valores e modos diferentes totalmente diferentes dos nossos; assim como refugiados e imigrantes, que chegam até a nossa porta, acabam por se encontrar em confronto com um sistema social que lhes é totalmente estranho.
Além de tudo isso, o estudo de religiões pode ser importante para o desenvolvimento pessoal de cada indivíduo. As mais diversas religiões do mundo podem responder as mais diversas perguntas que o homem faz desde tempos imemoriais.

Respeito:
O respeito, ou seja, a tolerância pelas pessoas que possuem pontos de vista diferentes do nosso, é uma palavra-chave no estudo das religiões. Não significa necessariamente o desaparecimento das diferenças e das contradições, ou que não importa no que você acreditam se é que acredita em algo. Uma atitude tolerante pode coexistir perfeitamente com uma fé sólida e com a tentativa de converter os outros. Porém, a tolerância não é compatível com atitudes como zombar das opiniões alheias ou se utilizar de força e ameaças. A tolerância não limita o direito de fazer propaganda, mas exige que seja feita com respeito pela opinião dos outros.
Os registros da história mostram inúmeros exemplos de fanatismo e intolerância. Já houve lutas de uma religião contra a outra e se travaram diversas guerras em nome da religião. Muitas pessoas já foram perseguidas por causa de suas convicções, e isso continua acontecendo nos dias de hoje.
Com frequência, a intolerância é resultado do conhecimento insuficiente de um assunto. Quem vê de fora uma religião, enxerga apenas suas manifestações, e não o que elas significam ao indivíduo que a professa.
Para os cristãos, a sagrada comunhão tem significado especial. No entanto, uma descrição objetiva da comunhão não poderia oferecer uma visão real do que a comunhão representa para um cristão.
O respeito pela vida religiosa dos outros, por suas opiniões e seus pontos de vista, é um pré requisito para a coexistência humana. Isto não significa que devemos aceitar tudo como igualmente correto, mas que cada um tem o direito de ser respeitado em seus pontos de vista, desde que não violem os direitos humanos básicos.

Como começaram as religiões?
Foram registradas várias formas de religião durante toda a história. Já houve muitas tentativas de explicar como surgiram as religiões.
Uma das explicações é que o homem logo começou a ver coisas a seu redor como animadas. Ele acreditava que os animais, as plantas, os rios, as montanhas, o Sol, a Lua e as estrelas continham espíritos, os quais era fundamental apaziguar. O antropólogo E. B. Tylor (1832-1917) batizou essa crença de animismo. Tylor foi influenciado pela teoria de Darwin sobre a evolução. Segundo ele, o desenvolvimento religioso caminhou paralelamente ao avanço geral da humanidade, tanto cultural como tecnológico, primeiro em direções ao politeísmo (crença em diversos deuses) e depois ao monoteísmo (crença em um único deus). Tylor concluiu que os povos tribais não haviam ido além do estágio da Idade da Pedra e, portanto, praticavam este mesmo animismo. Hoje essa teoria do desenvolvimento foi rejeitada, e há conscenso geral de que animismo não é uma caracterização adequada para religiões dos povos tribais.
Alguns pesquisadores vêem a religião como um produto de fatores sociais e psicológicos. Essa explicação é conhecida como um modelo reducionista, pois reduz a religião a apenas um elemento das condições sociais ou da vida espiritual do homem. Karl Marx, por exemplo, sustentava a religião, assim como a arte, a filosofia, as idéias e a moral, não passava de um dossel por cima da base, que é econômica. O que dirige a história, de acordo com ele, é o modo como a produção se organiza e quem possui os meios de produção, as fábricas e as máquinas. A religião simplesmente reflitiria essas condições básicas.
Nas modernas ciências da religião predomina a idéia de que a religião é im elemento independente, ligado ao elemento social e ao elemento psicológico, mas que tem sua própria estrutura. Os ramos mais importantes das ciências da religião são a sociologia da religião, a psicologia da religião, a filosofia e a fenomenologia da mesma.

Definindo a religião:
Muitas pessoas já tentaram definir areligião, buscando uma fórmula que se adequasse a todos os tipos de crenças e atividades religiosas (uma espécie de mínimo denominador comum). Existe, naturalmente, até um risco nessa tentativa, já que ela parte do princípio de que as religiões podem ser comparadas. Esse é um ponto em que nem todos os crentes concordam: eles podem dizer, por exemplo, que sua fé sew distingue de todas as outras por ser a única religião verdadeira, ao passo que todas as outras não passam de uma ilusão, ou, na melhor das hipóteses, são incompletas. Há também pesquisadores cuja opinião é que o único método construtivo de estudar as religiões é considerar cada uma em seu propósito contexto histórico e cultural. Contudo, há mais de um século os estudiosos da religião tentam encontrar traços comuns entre religiões. O problema é que elas interpretam as semelhanças de maneiras diferentes. Alguns consideram resultado e o contato e do intercâmbio entre grupos raciais; segundo eles, as diferentes fés e idéias se espalharam do mesmo modo que outros fenômenos culturais, como a roda e o arado. Outros pesquisadores fazem comparações a fim de descobrir o que caracteriza o cnceito de religião em si. É aí que as definições entram em cena; tais como:
"A religião é um sentimento ou uma sensação de absoluta dependência"
Friedrich Schleiermacher (1768-1834)

"Religião significa a relação entre o homem e o poder sobre-humano no qual ele acredita ou do qual se sente dependente. Essa relação se expressa em emoções especiais [confiança, medo], conceitos [crença] e ações [culto e ética]."
C. P. Tiele (1830-1902)

"A religião é a convicção de que existem poderes transcendentes, pessoais ou impessoais, que atuam no mundo, e se expressa por insight, pensamento, sentimento, intenção e ação."
Helmuth von Glasenapp (1891-1963)

O sagrado:
Nos primeiros anos do século XX, o sueco Nathan Söderblom (1866-1931), arcebispo e estudioso das religiões, ofereceu uma definição baseada nos sentimentos humanos: "Religiosa ou piedosa é a pessoa para quem algo é sagrado".
Sagrado se tornou palavra-chave para os pesquisadores da religião no século XX: descreve a natureza da religião e o que ela tem de especial. Esse termo ganhou realce numa obra sobre psicologia da religião, A idéia do sagrado, de Rudolf Otto, publicado em 1917. O sagrado é das ganz Andere, o "inteiramente outro", ou seja, aquilo que é totalmente diferente de tudo o mais e que, portante, não pode ser descrito em termos comuns. Otto fala de uma dimensão especial da existência, a que chama de misterium tremendum et fascinosum (em latim, "mistério tremendo e fascinante"). É uma força que por um lado engendra um sentimento de grande espanto, quase de temor, mas por outro lado tem um poder de atração ao qual é difícil resistir.
Otto já foi criticado, refutado, plagiado e ampliado. Um dos que adotaram essa noção de sagrado foi o romeno Mircea Eliade, esudioso de religiões, em seu livro O sagrado e o profano. Ele elogia Otto e diz que seu sucesso como estudioso de religiões se deve a essa nova perspectiva que passou a abraçar. Em vez de estudar termos como Deus e religião, Eliade analisou vários tipo de "experiência religiosa" dos seres humanos. Ele começa com uma definição muito simples do que é sagrado: é o oposto do profano. Em seguida, põe-se a considerar o significado original dessas palavras. Sagrado indica algo que é separado e consagrado; profano denota aquilo que está em frente ou do lado de fora do templo.
Eliade acredita que o homem obtém seu conhecimento do sagrado porque este se manifesta como algo totalmente diferente do profano. Ele chama isso de hierofani, palavra grega que significa, literalmente, "algo sagrado está se revelando para nós". É o que sempre acontece, não importa se o sagrado manifesta numa pedra, numa árvore ou em Jesus Cristo. Alguém que adora uma pedra não está prestando homenagem à pedra em si. Venera a pedra porque esta é um hierofani, ou seja, ela aponta o caminho para algo que é mais do que uma simples pedra: é "o sagrado".

Apesar de ser um assunto muito complexo e de leitura e compreensão nem tão simples, devemos visar tais estudos e adicionar estes conhecimentos à nossa vida; o homem que se encontra na religião, encontra uma parte de si e uma compreensão da sociedade e do mundo.
Espero que tenham absorvido algo e aqui me despeço com enormes abraços!
Escrito por Felipe M.

Como está sua criança interior?

Olá rapazes e garotas de todas as idades, como estão?
Quero parabenizá-los por este dia das crianças (mesmo sendo todos os dias), pois são elas quem possuem o futuro em mãos e somos nós quem devemos ensiná-las corretamente para que o futuro possua esperança e paz.
Para quem é de boas vibrações quanto ao futuro, ensine seus filhos e crianças sobre como viverem o hoje e pensarem no amanhã; já quem é assim como eu, ensine os pequenos a continuarem as tradições familiares e as demais tradições que estão enraízadas em nossos corações e, por exemplos como este, sobreviveram até hoje neste mundo.
Mas quanto a você, seja lá qual idade possui, ainda se lembra que aí dentro de seu peito possui uma criança? Esqueceu-se de que já fora uma criança bem pequena a qual temina os trovões ou o escuro? E quanto aos brinquedos e/ou ursinhos?
Pois bem, todos nós já fomos crianças um dia, alguns por mais tempo que outros, já alguns parecem eternas crianças; mas não digo quanto ao amadurecimento, quero dizer quanto ao interior, nossos corações e nossas almas. Mesmo os mais velhos possuem crianças interiores e devem (muitas vezes) seguir tais impulsos para uma vida mais alegre e tranquila.
Atualmente, a preocupação e correria são tantas que acabamos por ter cotidianos estressantes e, por fim, nossas energias se esgotam trazendo tristezas e fraquezas. Como mudar isso? Muitas vezes, mesmo depois de crescidos, ainda temos algo que nos remete à nossa infância, algo que nos acalma e para muitos pode parecer algo tão sem valor, mas para nosso mundo é algo tão perfeito e mágico. Seja um abraço bem apertado, um perfume, algum doce (por exemplo, Dip'nLik) ou até mesmo algum objeto ou mania por lençóis ou ursinhos, até mesmo colecionar bonecos de ação.
Tudo isso, quando valorizados, valorizam nossa criança interior, e por fim, temos uma auto-valorização; nos dando mais energia e vigor para seguirmos em frente em nossas vidas. Vejam que, pode lhes parecer um assunto banal, sem importância, mas vejam que até em psicologia existem tratamentos à base de regressão. O tratamento que aborda a regressão nada mais é do que levar a pessoa à um estado profundo de consciência (seja por hipnose ou outras técnicas) e resgatar a criança interior do paciente; dar força para esta criança abandonada e fraca. Veja bem, a criança interior é parte de você, parte de sua consciência e sua alma, se você a esquece e não a fortifica, você está se esquecendo de parte do "quem sou eu" e está se enfraquecendo voluntariamente e tornar-se-á mais incapacitado de enfrentar problemas futuros; seja um obstáculo pscicológico como algo físico.
Crianças são um símbolo de perseverança e constante mudanças, se elas tentam algo melhor, podem se tornar grandes homens/mulheres que farão algo para ajudar o próximo (quem sabe ganhar um Nobel?) e a mudança, como já disseram, o ser humano nasce como uma lousa em branco; cada ação de sua vida e pensamento o mudará de acordo com o que pensa ser correto.
Nós, adultos, muitas vezes calamos nossa criança interior e o que acontece? Parecemos não ter o tão esperado sucesso em nossa ações e há o descontentamento por tal falha ter ocorrido.
Por isso eu digo, alegre sua criança interior, coma uma fatia de bolo, abrace aquele ursinho que deve estar guardado em algum lugar do guarda-roupas, pegue seus bonecos de ação com os olhares curiosos que os vêem e desejam brincar as mil e uma aventuras e a faça feliz ao menos nesta data, seja feliz em um grau muito mais elevado ao menos nesta data.
Já vocês que "perderam" sua criança interior há muito tempo, tentem recuperá-la; façam o possível e sempre a procurem em locais os quais vocês se esconderiam se estivessem sozinhos (metafóricamente falando).
Aqui me despeço e desejo a todos uma ótima noite e uma busca bem sucedida à sua criança.
Escrito por Felipe M.

Certas coisas não são acessíveis sem Interesse

Olá todo mundo!!! Como estão?
Eu sei que ando afastado por muito tempo, e felizmente retirei algum tempo para o Baú! Infelizmente, não sei por quê cargas d'água o music player não está funcionando; estou a tentar concertar o problema, mas que desejar, a música já está disponível para download na página de Músicas.
Falando em não saber motivos sobre alguns acontecimentos, cheguei a iniciar um raciocínio sobre as diversas coisas que me rodeiam e não consigo compreender.
Citando um exemplo diário meu, a faculdade; paga-se uma mensalidade que para muitos não é e nem seria fácil de ser custeada, entretanto, certas pessoas (as quais não necessito citar nomes) sequer aparecem nas aulas por uma semana inteira sem mesmo estar doente ou por algum outro problema perceptível para quem o conhece.
Então me pergunto, qual o motivo disto? Se não se interessa, deseja apenas festas e bebedeiras, não é mais fácil poupar o dinheiro mensal para poder beber mais e pegar uma cirrose?
Outra situação que não compreendo é o desejo de se excluir de acontecimentos cotidianos; se tornar alheio aos acontecimentos. O mundo evoluiu tanto e a um modo que todo informação chegam aos nossos olhos e ouvidos; seja internet, televisão e outros, temos contato com o mundo e a sabedoria do que acontece nestes cantos tão distantes geograficamente e tão próximos diariamente.
Por exemplo, tenho contato e até amizades com pessoas do Canadá, Índia, Grécia e alguns outros países; mas isso ocorre hoje por eu ter me interessado e procurado no passado.
O interesse é a peça chave de todo o desenvolvimento social, profissional e até mesmo espiritual de um indíviduo; imagine duas pessoas de mesma idade, mesmo serviço e tudo mais parecido, porém, ambos se disntinguem no fato de um possuir o interesse de subir na vida, possuir uma situação melhor e crescer perante os demais. Quem irá se destacar e melhorar sua estima, um salário melhor e uma vida mais saborosa? Obviamente aquele que se interessou em melhorar e subir os degraus da vida.
Na vida tudo que fazemos necessita de interesse; sejam os estudos, sejam em nossa evolução como ser humano e nossa ajuda à sociedade em que vivemos. Veja todas as pessoas de grande influência em nosso mundo atual, tudo o que conseguiram foi através de esforço, trabalho árduo, que é gerado pelo interesse no que se faz; quando cito tais pessoas, cito empresários, governantes e até mesmo líderes espirituais, todos chegaram onde estão pelo desejo de continuar e novamente, pelo interesse em continuar.
É claro que não podemos nos esquecer de que muitas vezes, tais pessoas apenas possuem esta evolução devido aos demais que compartilham a ajuda e conhecimento, até mesmo mão de obra.
Creio que meu desabafo tenha funcionado, mas ainda me pergunto uma coisa... Se você caro leitor, possuiu um grande avanço devido ao interesse em crescer, compartilhe conosco ou compartilhe alguma situação a qual você não consegue compreender.
Enormes abraços e muito boa semana para todos!
Escrito por Felipe M.

Anatomia e Desenho

Olá pessoal, tudo bem com vocês?
Estava pensando com minha cachola neste gélido dia e pensei, por quê não estudar anatomia humana?
Desde meus anos iniciais de vida, desde pequeno, sempre me fascinei com o corpo humano e tudo o que faz parte do mesmo; musculatura, ossos, a pele suave, a saborosa carne (falando em modo figurado é claro) e a forma bela que cada corpo possui.
Durante meu curso de desenho, o qual me formarei ainda este ano, estava conversando com os professores e me disseram que após minha formação, devo me especializar em figuras humanas, devido ao meu grande interesse. De fato seguirei a idéia e em homenagem aos grandes desenhistas anatómicos já comprei meu amado lápis sanguínea e meu carvão, agora resta-me seguir com a faculdade, cuja grade curricular envolve anatomia.
Cada dia que se passa, consigo perceber que tudo nesta vida tem uma razão de acontecer; meu fascínio pela fragilidade do organismo humano, meu sabor pelas artes, o prazer pelo desenho, tudo por fim acaba se interligando de alguma maneira.
Por isso, deixo aqui alguns dos desenhos anatómicos que mais me satisfazem, assim como um lembrete de que "Tudo nesta vida possui seu significado e razão; não estamos aqui apenas para viver a vida, mas sim para viver a vida que devemos viver".
Enormes abraços para todos!
Escrito por Felipe M.





Ditadura religiosa?

Aleluia!!! O meu blogger voltou a funcionar!!!
Pessoal, me desculpem a ausência, mas meu blogger não conseguia abrir a seção "postagem" desde Segunda; mas cá estou novamente!
Ontem, li uma publicação de minha amiga Laura (Humor negro sem censura) sobre ditadura religiosa cristã no Brasil.
Bom, é o seguinte, no dia 4 de Julho, entrou em vigor uma lei no estado do Rio de Janeiro que obriga as bibliotecas a possuírem no mínimo um exemplar da bíblia.
De fato, Edson Albertassi, deputado do PMDB criou a lei e as bibliotecas e acervos que não possuírem um exemplar da bíblia pagarão uma quantia de R$2130,00; caso seja por reincidência, o valor virá a dobrar. Como reforço ele diz:
“A intenção é que as novas gerações conheçam a Bíblia. Ela proporciona a formação de caráter com nível de excelência

Agora vamos aos detalhes; para início de conversa, o deputado é diácono da igreja Assembléia de Deus, evangélico e se explica com: “O Brasil é um país cristão, e a Bíblia valoriza a família e os princípios de uma sociedade mais justa”.
Caros leitores e leitoras, peço meu perdão caso sejam evangélicos e/ou apoiem a lei do deputado, mas serei sincero:
Ele é um grandissíssimo de um racista preconceituoso religioso. Reforço o "racista"; esta lei pode demonstrar algo que muitos não conseguirão enxergar, pois está muito fundo para ser visto sem análises repetidas.
O Brasil, sempre foi considerado um país laico, ou seja, um país onde o governo se desvincula de religião; esta lei (estúpida por sinal) quebra esta liberdade, a bíblia pode ser sim um livro, mas é um livro religioso. As bibliotecas devem escolher se terão exemplar deste livro ou não; impor um livro para as pessoas é uma forte opressão que pode se tornar algo muito pior (lembram-se do nosso amado Vargas?).
O deputado Edson foi infeliz em muitos aspectos aprovando esta lei:
1- Juntar religião com governo e quebrar o voto "laico"
2- Racista para outras religiões por incitar tal lei
3- Ele diz que a bíblia forma caráter com nível de excelência para aqueles que o lêem e valoriza a família, etc
4- Dizer que o Brasil é um país cristão

Analisemos o 3º e 4º item; a bíblia não gera caráter, muito menos valoriza a família da forma que o deputado expõe. A pessoa deve estar disposta a analisar a bíblia e retirar o que ela diz como um ensinamento; pessoas descrentes não perceberão muitos valores, no meu caso por exemplo (e o de muitos outros que já vi e conheço) a bíblia cita algumas desvirtuações de valores (encesto, traição, etc).
Concordo que existem elas e elas, a bíblia pode não ser meu livro predileto, ou que me atraia, mas concerteza os salmos sã algo de que não abrimos mão aqui em casa, o resto nos é descartável, entretanto, se a pessoa estiver disposta de levá-lo como ensinamentos e guia espiritual, funcionará; mas, e quanto ao Alcorão, os Sutras e todos os outros livros religiosos existentes? Eles não ensinam a pessoa a ser melhor? Não valorizam a família? Muito pelo contrário, exercem exatamente o mesmo que a bíblia.
Quanto ao Brasil ser cristão, grande porcentagem populacional se encontra entre o Candomblé e a Umbanda, e estas duas são as que mais chamam atenção no exterior, especialmente em países europeus.
Afirmar que o Brasil é cristão, afirma que corretos são os cristãos; isso me soa como ofensa e ataque a minha liberdade de expressão e religiosa.
Nascemos livres para fazermos o que desejamos, seguirmos quem desejamos e pensarmos o que desejamos; ateus, politeístas, duo-teístas, judeus, budistas e todos os outros que seguem as mais diversas religiões, deve-se abrir os olhos pois se uma lei tão ofensiva como esta é aceita e entra em vigor, o que mais eles não farão? Voltarão a caçar os hereges e jogá-los em fogueiras da Inquisição?
Grato pela atenção, desculpem-me pela ausência e pelo meu rápido descontrole quanto o assunto e grato também a Laura, cuja publicação me trouxe a notícia.
Abraços enormes e bom fim de semana!
Escrito por Felipe M.

Pensamento do dia

"A Sorte favorece apenas os sortudos e despreparados; o Sucesso, por sua vez, favorece ao sábio."
Publicado pelo "Animador"

Reflexão

Boa tarde, prezados visitantes!
Desculpe-me a ausência por este tempo, estava em viagem e não pude desfrutar de tempo para o site.
Para retomar, gostaria de deixar uma rápida reflexão, uma reflexão que (claramente) tem um significado íntimo e pessoal, variando mutavelmente de acordo com seu leitor.
Pensem e reflitam, cheguem em uma conclusão e a pratiquem, não podemos viver simplesmente de idéias.
"Os seus princípios devem significar mais para você do que dinheiro e sucesso"
Publicado por "Animador"

Alice e as Aventuras no País das Maravilhas

Boa tarde visitante, cá estou para mais uma vez entrar em sua casa na tentativa de lhe ensinar algo novo ou simplesmente saciar a curiosidade!
Ontem citei um pequeno trecho do livro "Alice no País das Maravilhas" e pensei:
"Por que não falar sobre este livro? Afinal é uma das minhas tarefas para com o site!". Então vamos falar um pouco sobre ele.

Título do livro: Alice e as Aventuras no País das Maravilhas/ Alice no País das Maravilhas
Escrito por: Lewis Carrol
Ano de publicação: 1865 (e anos posteriores conforme alteração do próprio autor)
País de origem: Inglaterra
Número de capítulos: 12
Páginas: Depende da edição encontrada

Sobre o livro:
De fato, Alice é um clássico mundial e independente de gerações e tempo; sendo que até hoje existem várias estórias (seja filmes, livros, etc) que possuem algum contexto com a obra original. Sobre o livro, não possui nenhum público alvo específico, o próprio autor em uma de suas várias cartas diz que o livro é tanto para crianças como para adultos, mas com idéia original de um público mais infantil.
O livro é repleto de (boas) loucuras, realmente algo que passa na cabeça das crianças mais novas e vários questionamentos "Por que determinada coisa é assim?" "Por que uma palavra significa isso e não aquilo?" e muitas outras coisas.
A estória se volta principalmente sobre a personagem Alice, uma garota de aproximadamente 7 anos (não especificado a idade exata dela) que sempre se questiona sobre o cotidiano ao seu redor e imagina um mundo onde as coisas são bem diferentes da realidade, um mundo "perfeito" segundo ela afirma logo no ínicio. É então que ela descobre uma passagem que a possibilita visitar este lugar e começa a interagir com o mesmo, conhecendo muitos personagens um tanto estranhos e até mesmo engraçados. Para quem gosta de estórias do gênero, irá tirar boas gargalhadas em certos momentos.

Personagens:
Alice: Garota que se questiona sobre o mundo em que vive e cria em sua imaginação um mundo o qual julga "perfeito", em um momento de devaneios, acaba por chegar ao "País das Maravilhas" e descobre que nem tudo é como se imagina mas segue até o fim com extrema coragem (e curiosidade).
Coelho Branco: Um dos moradores do País das Maravilhas, primeiro personagem deste mundo a aparecer. Atiça a curiosidade de Alice por andar com um colete e relógio de bolso e acaba a levando até a passagem do País; fica claro que trabalha para a Rainha de copas e ao contrário de Alice, é desprovido de coragem.
Rato: Um personagem de emoções "secas", por seu carácter, conta estórias que podem secar quem os escuta. Demonstra certa rispidez para com outros personagens.
Dodô: Personagem de carácter de "gentleman", na verdade, usa apenas palavras difíceis para lhe dar um ar de superior.
Bill, o lagarto: Criado do Coelho Branco, um personagem engraçado e confuso; aparece a primeira vez quando Alice se encontra na casa do Coelho e demonstra sua confusão e medo.
Duquesa: Duquesa do País, pessoa ríspida quando em contato com pimenta e concorda com tudo que Alice diz para sempre ter uma moral à encontrar; morais que raramente possuem algum sentido.
Gato de Chesire: O personagem mais independente do livro. Pode aparecer e desaparecer quando deseja e é repleto de frases que ajudam Alice e demonstram certa filosofia (um tanto loucas, mas interessante de se analisar). Quando retratado, aparenta ter uma aparência assustadora.
Chapeleiro: "Louco como um chapeleiro" é a frase que melhor destaca o personagem. Sujeito de personalidade extremamente antipática, faz de tudo para Alice se sentir desconfortável e sair da mesa do chá.
Lebre de Março: "Louco como uma lebre de Março" é a frase que melhor destaca este personagem. Um tanto louco, porém, possui alguma sanidade escondida em algum lugar. De início não suporta a idéia de outra pessoa na hora do chá, mas acaba relevando.
Arganaz: Uma espécie de roedor que se torna personagem. É extremamente sonolenta e por isso, pouco interfere na estória, é utilizado especialmente como almofada pelo Chapeleiro e a Lebre. O nome original é "Dormouse" e algumas versões traduzem como "Dormindonga"; pelo fato de sua sonolência.
Lagarta: Uma lagarta que aparece com seu narguilê e questiona Alice com perguntas que não a levam a lugar nenhum, não presta a menor atenção quando ela o diz algo.
Grifo: Um criado da Rainha, leva Alice até a Tartaruga e conta-lhe uma estória e atua como guia da garota.
Tartaruga Falsa: Pobre tartaruga, um dia já foi uma Tartaruga Verdadeira, viveu no fundo do mar e fazia o que as tartarugas faziam. Aparece apenas para contar uma estória para Alice.
Rainha de Copas: Rainha do País; meiga, mão de ferro e extremamente viciada em decapitações. Tudo para ela é motivo para condenar uma pessoa à guilhotina.
Rei de Copas: Marido da Rainha; fiél à esposa e extremamente dependente; quando atua como juiz no julgamente, precisa ser guiado pelo Coelho por não saber o que deve ser feito.
Valete: Aparece como criado da Rainha, possui importância no fim do livro por causa de seu julgamento.

Análise de alguns personagens:
De início, não há muito sentido em algumas afirmações dos personagens, muito menos neles próprios. O livro foi baseado em algumas amizades de Lewis, e os personagens caracterizam estas pessoas. As expressões utilizadas para o Chapeleiro e a Lebre não possui muito conhecimento aqui no Brasil; na Inglaterra Vitoriana, estas expressões eram usadas para demonstrar a loucura de uma pessoa, sendo que muitos chapeleiros enlouqueciam pela grande quantidade de mercúrio que utilizavam na fabricação de chapéis.
O Dodô é uma personificação do próprio autor, em inglês o nome é "Dodo", uma brincadeira usada a partir do seu nome "Dodgson", já que o autor era gago, ao dizer seu nome, sempre pronunciava "do-do-dodgson".
A Rainha fora demonstrada para que Alice percebesse que mesmo em um lugar onde tudo parece perfeito, existe algo ou alguém que os proíbe a fazer determinadas ações e mostra a punição que devem encarar.
O Gato aparece na primeira ilustração feita em comparação com o British Shorthair, um gato típico inglês que possui a aparência de estarem sempre sorrindo.

Uma análise mais adulta da obra:
O livro conta com a utilização da imaginação infantil, sem dúvida alguma, entretanto, possui algumas questões de análise mais adulta.
O livro mostra uma garota que sonha com o lugar perfeito e acaba encontrando este mesmo lugar; entretanto, com o desenrolar da estória, descobre-se que não é tão perfeito assim; desta forma, analisando os personagens e conceitos abordados, o autor demonstra que não existe um lugar perfeito fora de nossa imaginação; afinal, as pessoas agem conforme suas personalidades e nada podemos mudar quanto a isso.
O Coelho chama muito a atenção pelo fato de seu desespero quanto ao tempo, remete a obrigação e ao prazo de seus serviços, tendo assim a responsabilidade e consciência de uma punição se não cumprir os mesmos.
Creio que o mais interessante seja o capítulo onde a Lagarta aparece, ela questiona a Alice várias coisas, uma delas é a famosa "Quem é você?". Se analisarmos bem, é uma pergunta difícil até para nós respondermos. Quem somos? O que somos? Quem sou eu? Uma pergunta dessa feita à uma criança é certamente inadequada; desta forma, Lewis traz a filosofia junto ao leitor e acaba indiretamente o questionando o mesmo durante a leitura.
A Tartaruga Falsa, um personagem sem muito sentido "Eu já fui uma Tartaruga Verdadeira"; de fato, a Tartaruga seria utilizada em uma sopa para a Rainha. O que acontece é que na época, haviam as sopas de tartaruga e as sopas de tartaruga falsas, elas possuiam a mesma aparência, porém eram feitas com vitela ao invés do animal; dando assim o nome.
Por fim, temos a Rainha de Copas, para o público infantil, uma rainha muito cruel com seus súditos, porém, Lewis a criou com intenção de denunciar o reinado da rainha Elisabeth; que ordenara várias decapitações por motivos sem tamanha importância.
De fato, o livro era destinado às crianças, mas Lewis sabia que muitos que leriam para os filhos seriam os pais; assim, conseguiu adaptar a obra para qualquer faixa etária e mescla questões filosóficas, políticas e até mesmo matemáticas abstratas.
É claro que, sem dúvida alguma, Alice no País das Maravilhas está até hoje com grande fama e reconhecimento por um trabalho árduo e magnífico, conquistou com muito carinho o coração de seus fãs através do mundo e dos anos.
Publicado pelo "Animador"

O Tempo e nós!

Boa noite, prezados visitantes! Como passam este gélido e prazeroso Sábado?
Não pude deixar de ler a publicação do Felipe sobre a banalização para com o Tempo e tenho que concordar que algumas pessoas parecem não se preocupar em administrá-lo ou como administrá-lo, simplesmente o "utilizam" como algo que não necessita sequer ser lembrado. Quantas vezes em seu cotidiano você se lembra de que possui um horário a seguir?
Se você está sempre se lembrando de que existe o Tempo, então você já está fora do "ser fútil" (segundo penso eu).
Aquela postagem em especial me fez lembrar o trecho de um livro (o qual amo) e de certa forma, incertamente correta, há uma noção sobre as ações do Tempo contra quem os mal tratam. Para aqueles que se perguntam, o livro é "As Aventuras de Alice no País das Maravilhas" (comumente conhecido como Alice no País das Maravilhas).
No capítulo VII, "Um chá muito louco", Alice vem a se encontrar com o trio da loucura (Chapeleiro, Lebre de Março e o Arganaz) e por entre as conversas, Alice diz que o trio deveria encontrar algo mais útil para se fazer ao invés de "desperdiçar o tempo com charadas sem respostas"; em rebate, o Chapeleiro responde:
"Se você conhecesse o Tempo como eu conheço, não falaria em desperdiçá-lo, como se fosse uma coisa. É um senhor!".
Neste trecho, pode-se concluir uma coisa; ou Lewis (o escritor) era louco, ou de certa forma, há uma rápida demonstração de que o Tempo necessita ser repeitado. Continuando, há uma rápida explicação do porquê de viverem em eterna hora do chá, onde ele conta sobre sua apresentação à Rainha de Copas e segue:
"Bem, eu mal tinha acabado o primeiro verso, quando a Rainha berrou: Ele está matando o Tempo! Cortem a cabeça!... Agora são sempre seis horas!"
Neste trecho do livro, fica claro que o Tempo se revolta com o ato do Chapeleiro de simplesmente ocupar o Tempo das outras pessoas e o prende eternamente às seis horas, sendo assim, o Tempo não mais existia em sua vida. É claro que isso é absurdo de acontecer na realidade, porém, vamos analisar filosoficamente este contexto.
O Tempo de fato possui "personalidade" e nos afeta diretamente; talvez por obras de desejo "pessoal" ou por motivos de nossa mente. Vejamos, quando nos encontramos em uma festa cheia de animação e tudo mais que uma festa possa ter, o tempo parece voar e quando vemos, já se passaram horas; agora lembre-se de uma festa, reunião ou algo que estava extremamente entediante, o que acontece? O tempo demora a passar e parece durar uma infinidade aquele momento te corroendo, fazendo-o se sentir inquieto, a impaciência lhe consumindo, as vozes perfurando seus ouvidos como agulhas e... Continuando, o tempo se modifica conforme consideramos que a situação nos parece.
O que quero dizer é que, pessoas que jamais se preocupam com o Tempo, acabam se banalizando; a futilidade é um vírus que infecta quem não se preocupa com o agora e com planejamentos ou administração de seu tempo. Não digo que a pessoa deve fazer um cronograma de sua vida e seguir à risca, mas deve-se ter uma noção para se adequar e poder cumprir com os próprios deveres.
O que seria de nós se não houvessem prazos à serem seguidos, datas de entrega de algum trabalho, agendamento para algum encontro ou algo do gênero? Não teríamos nada disso, muitas pessoas simplesmente se acomodariam a tal ponto, que não fariam nada além de comer, dormir e usar o banheiro (ainda me questiono se muitos ainda se preocupariam em ir até ele).
Pois bem, as pessoas que não se preocupam com um prazo, um tempo a ser seguido, definitivamente não possuem preocupações e acabam sendo vistas como preguiçosas; despreocupadas ou até mesmo loucas; sem contar o fato de muitas acabarem procurando algo para "matarem" o tempo pois ele se estende tanto que o tédio é visível na face destas pessoas, por fim, devem encontrar algo para se distraírem.
Esta distração os leva para pesquisas de piadas, imagens sem nexo e vídeos sem conteúdo algum e pensam ser algo seriamente agradável para eles e para se livrarem do tédio, o que não passa de uma falsa verdade.
Até a próxima publicação e grato pela atenção!
 Publicado pelo "Animador"

O tempo tornou-se fútil?

Olá internautas que surfam sem a necessidade de pranchas, como estão?
Sei que andei sumido ultimamente, infelizmente a vida tem se tornado corrida com aspectos pessoais e voltados para fins profissionais e é claro, tempo para estudos, os quais são feitos através de reclusão e dedicação.
E em conversas com minha mãe, chegamos à conclusão de que o tempo se tornou algo fútil na atualidade. Como aqui em casa, os artesanatos de minha mãe são uma boa ajuda, devemos nos utilizar da boa propaganda verbal, visual e é claro, a amiga Internet! Pois bem, nestes dias 24 e 25, foram os dias de nossa (pelo menos minha) amada Santa Sara Kali, padroeira dos ciganos do mundo e em homenagem à santa e aos ciganos, minha mãe criou um vídeo com suas imagens de gesso artesanais e mesclou seu trabalho com a homenagem; pois bem, o vídeo ficou ótimo, mas... As pessoas demonstraram interesse?
Algumas demonstraram sim interesse e até elogiaram o vídeo, mas, agora vamos comparar; quando as pessoas entrem na internet e procuram vídeos, grande maioria procura o que?
Vejo pessoas perdendo o tempo com futilidades procurando uma bretã que todos riram de sua aparência e ganhou um show de talentos, gêmeos quase se matando pela morte de uma formiga, bebês rindo com o nada... O que isso acrescenta em nossa vida?
As pessoas estão adquirindo uma tendência de adaptar sua vida a futilidades, estão tornando o tempo algo trivial, quase que sem importância. Infelizmente o público jovem tem se tornado uma grande probabilidade de tornarem o mundo um lugar mais banal.
Quando sentamos para conversar, o que acontece? Ou falam sobre sexo, futebol ou algo que não tem nada a ver com uma situação. Onde estão debates? Conversas inteligentes? Lembro-me de quando os jovens lutavam por seus direitos, faziam debates, participavam de política em busca de um futuro melhor e eles fizeram a diferença.
Atualmente presenciamos pensamentos banais e a transformação de coisas importantes em algo extremamente fútil. Digam vocês, quantos jovens atualmente se preocupam com o futuro, muitos desejam viver apenas o agora e sequer pensam sobre como viver este mesmo momento; banalizam temas que deveriam ser debatidos com respeito e banalizam o que devia ser analisado. Uma das coisas que mais me proporcionam prazer nesta vida são os livros; ah, os livros!
Em casa não tenho uma biblioteca pessoal, mas conto com vários títulos de várias ramificações literárias (psicologia, mitologia, romance, suspense, etc) e quando falamos em livros, a população mais jovem ainda pensa neles como um tabu social.
Lembro-me de meu primo, sempre odiou livros, leitura e qualquer material que contivesse palavras (sem exagero) e sequer se preocupava com provas literárias da escola mas quando vejo, ele está se gabando por ter comprado um Kama Sutra... Leu o livro em um único dia; agora lhes pergunto: Isto é banalização ou não?
Creio que as pessoas não mais pensam em administrar seu tempo de forma que lhes proporcione prazer, lazer, serviço e descanso. Elas tornaram o tempo algo tão fútil que muitos nem mesmo se interessam em saber o horário, como já vi muitas pessoas falando que não precisavam viver sob um relógio para viverem.
Se você já presenciou algo ou conhece alguém que o preocupa ou não concorda, como banalização de temas e outros assuntos, eu convido a deixarem seus comentários contando sobre o que pensam do assunto.
Abraços enormes e até mais!
Escrito pór Felipe M.

Politeísta e Pagão, possuem um Deus supremo?

Boa tarde, sejam bem vindos!
Recebemos um comentário onde uma visitante pergunta se todo Pagão e Politeísta acredita em um Deus supremo, ou se todos os deuses possuem mesmo valor de supremacia.
Creio que este seja um tema muito integrado nas publicações feitas por Felipe, afinal, ele não abordou o tema de forma específica.
O que acontece, é que a visão de "Deus supremo" está muito enraízada no Judaísmo e até mesmo no Catolicismo; um Deus onipotente e onisciente, o "todo poderoso". De fato, os Politeístas não crêem em um Deus supremo da mesma forma em que vemos atualmente.
Para o Politeísmo, os panteões possuem hierarquias muito rígidas e acaba por criar diferentes valores entre divindades, fazendo um possuir maior regência que outro. Por exemplo, para os gregos, Zeus era o deus supremo, senhor do Universo e rei dos deuses; hierarquicamente falando, um nível muito alto para qualquer um tentar se assemelhar, ele quem comandava os demais deuses e por isso, era respeitado como o mais poderoso dos deuses. Existe também a visão de supremacia entre fieis, Zeus era de fato o senhor dos deuses, mas para muitos, alguma divindade menor poderia ter mais importância. Por exemplo, um troiano; conhecia a supremacia divina e conhecia que Zeus era o deus supremo, entretanto, para eles, Apollo era uma divindade principal, o patrono, regente; o que o tornava para os troianos uma divindade mais importante do que o próprio Zeus.
Para os Pagãos, o fato é que, existe sim uma Força maior que rege tudo neste mundo. Seja um deus, uma forma de energia ou uma força; existe algo que rege além de tudo. Os demais deuses (de todos os panteões), santos e até mesmo o Deus Católico e Judeu fazem parte da crença. Todos possuem seus valores, mas muito próximos; evitamos olhar os deuses e santos por quantidade de poder, o que realmente importa é a fé que temos neles e é através desta mesma fé que irão se manifestar.
Atualmente, por causa da Wicca, parece moda a Força superior ser chamada de "A Grande Mãe" e as pessoas acabaram por considerar que é uma deusa quem gerou tudo e todos, humanos, animais, deuses, plantas, etc; mas de fato, é algo que não possui gênero, não possui quantidade, nem raça nem forma.
Espero ter conseguido explicar e se surgirem dúvidas, basta perguntar clicando aqui em baixo em "comentários", analisarei sua pergunta e responderei o mais breve possível!
Publicado pelo "Animador"

O que é ser Pagão?

Boa tarde visitantes;
Venho por meio deste para conversarmos melhor sobre o que é ser Pagão e o Politeísta. Apesar de meu amigo Felipe estar sempre comentando sobre o "ser Politeísta" e falando sobre as divindades, ele mesmo já comentou -neste memo site- que não gosta de ser chamado de Pagão por considerar uma ofensa conforme a forma em que muitos tratam ao falar tal palavra.
Gostaria de questionar-lhes e que pensem nesta minha questão: Qual a diferença entre Politeísta e Pagão?
Pensem por alguns instantes, ou até mesmo alguns minutos; relembrem o que têm lido neste site e o que conhecem sobre o mesmo assunto, Pagão X Politeísta, chegou em alguma resposta? Para você são exatamente o mesmo?
Pois bem, vamos às explicações; como vocês já devem estar acostumados e até mesmo familiarizados, Politeísta é todo indivíduo cuja religião se baseia exclusivamente em um sistema multi-deísta, ou seja, possuí uma crença onde existem mais de uma divindade; como por exemplo, a crença grega.
Ser Políteísta é exclusivamente isto, possuir uma doutrina religiosa, cuja fé é baseada em diversas divindades, e curiosamente, todas muito semelhantes do ser humano, o "mero mortal" que cada um de nós é em essência e em vida. Não significa que um Politeísta é um bruxo, mago, feiticeiro ou que segue o caminho da Magia. -apesar de andarem muito unidos-
Em grande parte, quando se viaja para fora do Brasil, até mesmo da América, nos deparamos muito com a Wicca -bruxaria moderna- e em algumas instâncias nos deparamos com Politeístas, e em um breve contato, sabe-se que são praticantes de Magia.
O Pagão por sua vez, já possui um contato maior com a Magia, uma "familiaridade" maior -vamos dizer assim-. Em comparação com Politeístas, a maior parte dos Pagãos são praticantes de Magia, isso se não forem 100% que o pratique.
A questão entre Pagão X Politeísta é a seguinte; em que doutrina se basear? A grega? A romana? A nórdica? A judáica? A cristã?
A diferença que sempre perdura é esta, um Politeísta segue uma doutrina cuja fé é regida por diversos deuses e muitas vezes não aceita as outras crenças religiosas ou simplesmente não as pratica -mas possui uma pequena crença-; os Pagãos, por sua vez não possuem estas "dificuldades" ideológicas, isso ocorre por ele ser desvinculado de toda e qualquer religião.
Resumindo, o Pagão é de todas as religiões, mas ao mesmo tempo não é de nenhuma. Para os olhos Pagãos, não há diferença entre praticar um ritual para Vênus, como para praticar um ritual para Oxum ou simplesmente fazer suas preces para Santa Bárbara. Todas as divindades estão incluídas em sua fé, e nem por terem sido perseguidas pelos cristãos, significa que os santos e anjos não façam parte de seu cotidiano também.
O lado espiritual de um Pagão não se prende em ter fé em um deus, ou vários, mas eles possuem a liberdade de praticar a sua fé conforme o santo, anjo, deus e ser que conheçam. Atualmente, o Pagãnismo é conhecido mais como a "Magia Natural", onde a Terra possui prioridade, e por consequência, todas as formas de vida, se distanciando de uma "prisão" em uma doutrina dos deuses.
Espero que tenha ficado claro esta publicação e que eu tenha conseguido explicar a diferença entre ambos.
Tenham um bom dia!
Publicado pelo "Animador"

Resultado da enquete:

Olá internautas surfistas de webs misteriosas e nada molhadas, tudo bem com vocês?
Sei que demorei para postar sobre os resultados da enquete "A religião para você é..."; enfim, aqui está o tempo que encontrei para postá-lo.
Ao todo, no período de 1 mês, houve a contagem de 34 votos feitas nesta enquete, e cá entre a gente, não pensei que tantas pessoas votariam nela; comprovando que ainda erro em alguns pensamentos rs.
Os resultados foram:
-Porto seguro = 10 votos
-Sou ateu = 9 votos
-Outra opção (que não consta na enquete) = 6 votos
-Algo onde encontro paz = 5 votos
-Ajuda pessoal = 3 votos
-Tema para debates = 1 voto

Como podem ver, existem os mais diversos pensamentos sobre um mesmo tema; a enquete foi posta com tal propósito, demonstrar (uma pequena parte) das mais infinitas formas em que as pessoas encaram a religião.
Com tais resultados em mãos, posso muito bem afirmar (novamente) que a religião não nos diferencia de outras pessoas, seja você cristão, judeu ou outro; o que importa é se você se sente bem e a forma que aborda o tema. Veja, quais são as diferenças entre você, que está lendo este post agora e aqueles que votaram?
Se pensou muito bem, respondeu que nenhuma; afinal, não estamos analisando cor de pele e aparência física. Enfim, se pensou que existem diferenças, analisemos um rápido exemplo, sendo ateu ou tendo fé em um único deus ou vários, eles entraram aqui no Baú e colocaram sua opinião e ideologia sobre algo que para eles, pode ser indiferente, ou apenas não os é tão atrativo como para um fiel.
Enfim, aí estão os dados e peço que analisem e vejam que a diferença é o que mais embeleza o nosso mundo e nos gera diversos debates e muitas horas de conversa amigável!
Enormes abraços e até a próxima!
Escrito por Felipe M.

O herói nosso de cada dia...

Olá pessoal, tudo bem com vocês?
Desculpem minha demora para esta postagem, mas agora encontrei tempo para publicá-la. Muitos amam filmes e HQ's de super heróis e acabam  imaginando as mais diversas aventuras que um super herói enfrenta.
Além de super heróis, temos os super humanos, pessoas ordinárias em seu cotidiano; mas que possuem habilidades inacreditáeis, tais como teletransporte, telecinese e muitos outros.
Nesta Segunda-Feira, 2, presenciei um ato super heróico, digno de ser relembrado e até mesmo aplaudido. A pessoa que fez tal façanha merece ser econhecida por eu heroísmo; talvez não a ponto de virar personagem de HQ, mas talvez de um conto ou sei lá mais o quê.
Enfim, eu estava esperando minha vez na auto escola para fazer a aula e  por isso fiquei sentado olhando para a rua e o movimento da mesma; foi quando me deparei com um moça (muito bonita, para constar) com deficiência visual. Ela estava com sua bengala, andando e seguindo seu caminho até que sem querer encostou a bengala no joelho de um mendigo que estava sentado no meio da calçada.
Coitada, o mendigo se levantou e começou a berrar com ela como se ela tivesse feito por pirraça e até mesmo com força; em coisa de instantes, um motoqueiro encostou sua moto na calçada, tirou o capacete e se mostrou bem mal-encarado, e sem nem titubear, começou a tirar satisfação com o mendigo e acabou brigando com ele (verbalmente).
A coitada ficou sem ação nenhuma e ficou mais branca do que já era e o motoqueiro expulsando o mendigo de lá e ele retrucava dizendo que a perna havia sido machucada pela bengala e não iria sair; sem dúvida ele parou uma senhora que passava e perguntou:
-A senhora me faz um favor?
Ela olhou meio assustada e ele pediu para dar uma olhada no joelho do mendigo, ela respondeu que estava aparentemente bem e apressou o passo. O motoqueiro retornou a pedir que o mendigo saísse de perto e ameaçou chamar a polícia, o que fez ele sair correndo.
Se o ato já não fosse altrúísta o bastante, ele pediu para o pessoal da auto escola dar uma olhada na moto dele que ele já voltaria, ele passou seu braço no braço da moça e perguntou aonde ela estava indo; depois disso, ele a levou até o shopping, voltou, agradeceu por cuidarem da moto, ligou-a, acelerou e foi embora.
Agora lhes pergunto, é necessário possuir super poder para ajudar o próximo?
Não colocarei uma resposta aqui, afinal, vai da cabeça de cada um (e até mesmo a sanidade mental), mas enfim, pense nesta pergunta:
Para sermos super heróis, precisamos possuir algum poder?
Tenham todos uma boa tarde!
Escrito por Felipe M.

Related Posts with Thumbnails